sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Depressão...



            É verdade que em alguns momentos da vida nos sentimos mais tristes; acontecimentos como a morte de uma pessoa querida, a perda do emprego ou de um estilo de vida são fatores que realmente trazem certo desequilíbrio. Nessas horas é perfeitamente normal ficarmos entristecidos, perdermos o interesse nas atividades diárias ou não termos ânimo para nada; mas na maioria das vezes, isso tudo é passageiro.

            No entanto, quando esse desânimo é persistente e essa tristeza se arrasta por semanas, e ainda, vem acompanhada por alterações de sono ou de apetite; fique alerta; isso pode ser depressão.

            Na depressão, a pessoa perde a motivação ou o prazer nas atividades diárias; pode, até mesmo, ter sua atenção e concentração prejudicadas.

            Nessas horas contar com a ajuda de um profissional é muito importante. Muitas vezes, o tratamento medicamentoso é indicado, pois a depressão é também uma disfunção neuroquímica do cérebro. Ao contrário do que muitos imaginam os medicamentos atuais para depressão não causam dependência, mas algumas pessoas talvez tenham que tomá-los durante longos períodos na tentativa de evitar a reincidência do episódio depressivo.


            A psicoterapia é uma forte aliada para consolidar os efeitos positivos da medicação prescrita, colaborando para que a pessoa possa modificar percepções e comportamentos facilitadores da depressão.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Fica a dica!

            Antes de tudo, aviso aos navegantes que esse post em nada tem haver com psicologia, é mais um desabafo...

            Eu e as redes sociais... Confesso! Sou mesmo viciada em redes sociais... Viciada é um termo meio forte, vamos dizer: gosto muito!
            Enfim, as atuais redes sociais são uma vitrine de tudo o que acontece pelo mundo; mídias das mais diversas se valem delas para propagar a informação, quer seja útil ou não.
            Como já disse antes, eu levanto muito cedo e a primeira coisa que faço é dar uma olhadinha numa dessas redes. Hoje me chamou a atenção um vídeo que seria engraçado se não fosse trágico (desculpem o clichê); estava intitulado “o que você faria se descobrisse que seu filho usa Crocs?”, quem o postou ainda fez o seguinte comentário: “ô povinho sem instrução”, os demais o acharam cômico.
            Pois bem, assisti ao vídeo; todas as pessoas entrevistadas por esse suposto repórter sugeriram tratamento, terapia e por aí a fora; havia pessoas de todas as idades, inclusive uma se identificou como professor! É claro que todas as perguntas foram feitas de forma a induzir ao erro, mas eu pergunto: o que fez todas (eu repito: todas!) elas confundirem Crocs com Crack?
            Será realmente falta de instrução? Quem sabe pensar na possibilidade de que um filho pudesse realmente estar envolvido com drogas seja algo tão assustador a ponto de confundir os pensamentos?
            O fato é que, me perdoem aqueles que acharam o vídeo cômico, mas brincar dessa forma com uma questão tão séria é, pra dizer o mínimo, grotesco!
            Para os críticos de plantão; sim, eu também gosto de piadas! Gosto de humor inteligente, ácido às vezes, mas desprezo veementemente o escárnio de outro ser humano. A meu ver, assunto sério deve ser tratado como tal, fazer piada com a ignorância ou o despreparo alheio não é engraçado.

            Muitos irão dizer que pouco importa minha opinião, ok isso é verdade também, mas lembre-se, na próxima, o ridicularizado poderá ser você! Fica a dica!