terça-feira, 21 de outubro de 2014

Estresse




Quando nossos ancestrais se deparavam com situações de perigo, como o encontro inesperado com um animal, precisavam defender-se – seja atacando ou fugindo. As duas reações possíveis demandam uma série de ajustes do corpo. "O batimento cardíaco acelera porque têm que bombear mais sangue, os músculos precisam receber mais energia, há um aumento da respiração e da pressão arterial, entre outras coisas".

Atualmente, vivendo em cidades e enfrentando problemas bem diversos dos da selva – como pressões para atingir metas –, o corpo continua preparando-nos para lutar ou fugir quando nos sentimos ameaçados. Mas, em geral, não partimos para a briga física, nem saímos em disparada. E toda a adrenalina, por exemplo, liberada em nosso sangue, fica sem função.

Confira alguns sinais que podem indicar estresse:

·         sensação de desgaste constante;
·         alteração de sono (dormir demais ou pouco);
·         tensão muscular;
·         formigamento (na face ou nas mãos, por exemplo);
·         problemas de pele;
·         hipertensão;
·         mudança de apetite;
·         alterações de humor;
·         perda de interesse pelas coisas;
·         problemas de atenção, concentração e memória;
·         ansiedade;
·         depressão.

Causas

Os chamados estressores podem ser:

·    internos: da própria pessoa, ligados a características de personalidade, como perfeccionismo, pressa, querer fazer tudo ao mesmo tempo.

·    externos: do ambiente. Mudanças em geral, até mesmo as positivas, desencadeiam estresse – porque exigem uma adaptação. Assim, são grandes fatores estressantes externos, por exemplo: o nascimento de um filho, mudanças profissionais (troca de emprego, promoção, demissão), aposentadoria, mudança de casa, divórcio, doença ou morte de pessoas queridas. Mas há também os pequenos, como o trânsito, que pode acabar tendo um peso importante para muitas pessoas.

Como evitar e tratar

É bom lembrar que estresse todo mundo tem, mas até certo ponto. No dia-a-dia, situações diversas apresentam-se para as pessoas, que se adaptam a elas. "É preciso ter estresse para poder viver. O problema é quando ele se torna excessivo, quando supera a capacidade de adaptação da pessoa ou quando ele persiste por muito tempo".

Três procedimentos ajudam a tratar o estresse:

·         identificar os estressores;
·         aumentar a resistência pessoal a ele;
·         quando for possível, eliminá-lo.

Algumas atitudes simples podem evitar ou amenizar o estresse:

·         dormir direito;
·         cuidar da saúde;
·         alimentar-se de forma saudável;
·         fazer atividades físicas;
·         proporcionar-se momentos de prazer;
·         refletir sobre a maneira de lidar com as situações e buscar mudanças.


"Se com esses cuidados a própria pessoa não conseguir controlar os níveis de estresse, deve procurar ajuda profissional", aconselha a profissional.

(Extraído de: Hospital Israelita Albert Einstein)




segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Um lembrete: às vezes é preciso dar um tempo!





A vida, por vezes, nos trará revezes, frustrará algumas de nossas mais grandiosas expectativas. Isso, porém, não quer dizer que teremos de abandonar nossos planos ou mudar nossos objetivos. Nessas horas o ideal é parar momentaneamente e tomar fôlego.

Esse momento de reclusão, de tirar o time de campo e olhar o jogo da arquibancada, pode ser fundamental para avaliarmos nossas estratégias, apararmos as arestas... Afinal, amanhã é um novo dia, uma nova oportunidade; com a rota recalculada você pode ter todas as chances de chegar lá!

Onde quer que seja, onde os seus sonhos permitirem!!!